RESIDENT EVIL 5 COMPLETA 17 ANOS: PRINCIPAIS CURIOSIDADES SOBRE UM DOS JOGOS MAIS IMPORTANTES DA FRANQUIA

 


Lançado originalmente em 2009, Resident Evil 5 marcou uma nova fase da franquia da Capcom. Misturando ação intensa com elementos clássicos de survival horror, o título protagonizado por Chris Redfield e Sheva Alomar se tornou um dos capítulos mais populares da série.

Com cenários inéditos, foco no cooperativo e momentos marcantes na narrativa, o jogo deixou sua marca na história da franquia. Para celebrar 17 anos de Resident Evil 5, reunimos algumas curiosidades interessantes sobre o desenvolvimento e o impacto do game.

Resident Evil 5 foi por anos o jogo mais vendido da franquia, e, durante muito tempo, ocupou o posto de jogo mais vendido de toda a série. O título alcançou números impressionantes e ajudou a consolidar o sucesso global da franquia. Mesmo após o lançamento de títulos mais recentes, o game continua entre os mais populares da saga e é frequentemente lembrado como um dos maiores sucessos comerciais da Capcom.


Pouco depois de seu lançamento, o game acabou se envolvendo em uma grande controvérsia. Parte da imprensa e de alguns jogadores levantou críticas relacionadas a um possível viés racista no jogo. 

Isso ocorreu porque a campanha se passa em uma região fictícia da África chamada Kijuju, onde a maioria dos inimigos infectados enfrentados por Chris e Sheva são personagens negros contaminados por um vírus.

A Capcom chegou a se manifestar sobre o assunto na época, explicando que a ambientação e os personagens faziam parte da proposta narrativa do jogo, que buscava explorar diferentes regiões do mundo dentro do universo de Resident Evil.

Uma das maiores novidades introduzidas por Resident Evil 5 foi o modo cooperativo para dois jogadores durante toda a campanha. Pela primeira vez na franquia, era possível jogar a história completa com um amigo, com um jogador controlando Chris e o outro assumindo o papel de Sheva.

Além disso, o título também trouxe modo cooperativo em tela dividida, permitindo que duas pessoas jogassem no mesmo console. Nos PCs, porém, o recurso enfrentou problemas inicialmente e acabou sendo desativado por um período.

Durante algum tempo, os jogadores precisaram recorrer a mods para habilitar o modo cooperativo, algo que mais tarde foi corrigido em atualizações oficiais.

Quando foi revelado pela primeira vez, em 2005, Resident Evil 5 parecia ser um jogo bastante diferente da versão final que chegou às lojas em 2009. No trailer inicial apresentado pela Capcom, era possível ver zumbis clássicos, muito semelhantes aos presentes nos primeiros jogos da série. 

No entanto, no produto final, esses inimigos foram substituídos pelos Majini, humanos infectados pelo parasita Las Plagas. Outro detalhe curioso é que Chris Redfield aparecia menos musculoso, lembrando mais suas versões anteriores da franquia. A trama do jogo leva os jogadores para Kijuju, uma região fictícia localizada na África.

No enredo, Chris Redfield já faz parte da BSAA, uma organização internacional responsável por investigar e combater ameaças bioterroristas ao redor do mundo.

Inicialmente, Chris chega à região para capturar um traficante de armas biológicas que atua no mercado negro. Porém, conforme a história avança, a missão acaba revelando uma conspiração muito maior envolvendo antigos segredos da Umbrella.


Curiosamente, Resident Evil 5 não foi planejado inicialmente como um jogo cooperativo. A ideia original da Capcom era que o título fosse uma experiência single-player focada apenas em Chris.

No entanto, durante o desenvolvimento, a equipe decidiu incluir uma segunda personagem jogável. A inspiração veio dos primeiros jogos da franquia, que apresentavam campanhas com múltiplos protagonistas, o que acabou levando à criação de Sheva Alomar como parceira de Chris na missão.


Resident Evil 5 também marcou um momento importante para o lore da franquia: é a primeira vez que o criador da Umbrella aparece fisicamente na série. 

O misterioso criador da empresa, Oswell E. Spencer, havia sido apenas mencionado em jogos anteriores da série. No entanto, é em Resident Evil 5 que ele finalmente surge em cena, mais especificamente no capítulo adicional Resident Evil 5: Lost in Nightmares, que também conta com a presença da queridíssima Jill Valentine, uma das personagens mais icônicas de toda a franquia.

Outro detalhe curioso é que esse também foi o primeiro jogo cronológico da franquia sem o envolvimento direto de Shinji Mikami, criador original da série.

Mesmo com opiniões divididas entre os fãs, Resident Evil 5 permanece como um dos capítulos mais marcantes da franquia. 

Seu foco em ação, o modo cooperativo e os acontecimentos importantes para o lore, especialmente envolvendo a Umbrella e o passado da série, garantiram ao jogo um lugar especial na história de Resident Evil. E mesmo 17 anos depois, o título continua sendo lembrado e revisitado por jogadores ao redor do mundo.

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